Event Summary
On the morning of 31 March 2026, the body of social activist and leader of the Revolutionary Movement “Pó de Terra,” Vigário Luís Balanta, was found dead. He had been brutally beaten to death, and his body was abandoned on the outskirts of the N’Dam Lero floodplain, in the Nhacra sector, about 30 km from the capital, Bissau.
The activist had been behind several demonstrations that took to the streets of Bissau following the coup d’état. Despite intimidation and repression, Vigário Luís Balanta consistently argued that the Guinean people should express their indignation and called for the confirmation and publication of the results of the November 2025 presidential elections.
On the same day, the country’s private radio stations were banned from operating, allegedly by the Ministry of Social Communication on the grounds of non-payment of operating license fees and failure to comply with notifications for regularization within the established deadlines. This measure was later revoked that same day by the Transitional Prime Minister after a meeting with the Forum of Private Media Organizations of Guinea-Bissau (FOCSP-GB).
Assassinato de Ativista social, Líder do Movimento “Pó de Terra” e encerramento das rádios privadas na Guiné-BissauNa manhã do dia 31 de março, foi encontrado o corpo de ativista social e líder do Movimento Revolucionário “Pó de Terra” Vigário Luís Balanta. Ele foi brutalmente espancado até à morte e o seu corpo foi abandonado nos arredores da várzea de N’Dam Lero, no sector de Nhacra, a cerca de 30 km da capital de Bissau. O ativista esteve na origem de várias manifestações que saíram pelas ruas de Bissau desde o golpe de Estado. Apesar das intimidações e da repressão, Vigário Luís Balanta sempre defendeu que o povo guineense deveria expressar a sua indignação e que confirmasse a divulgação dos resultados das eleições presidenciais de novembro de 2025.Ainda no mesmo dia, as rádios privadas do país proibidas foram de profundidade, sob pretexto da parte do Ministério de Comunicação social da falta de pagamento do alvará de funcionamento e o não atendimento às notificações de regularização dentro dos prazos estabelecidos, uma medida que veio a ser revogada pelo Primeiro Ministro de Transição no mesmo dia, depois de uma reunião com o Fórum dos Órgãos de Comunicação Social Privados da Guiné-Bissau (FOCSP-GB) .